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terça-feira, 1 de março de 2016

O QUE ACONTECEU EM FEVEREIRO DE 2016

Teve a reunião do elenco de F.R.I.E.N.D.S., preparada pela NBC, como um tributo a carreira de Jimmy Burrows (diretor de televisão). O Mathew Perry (Chandler Bing) não estava lá presencialmente, mas a reunião começou com um vídeo introdutório feito por ele. Matthew se desculpou por não poder comparecer e chamou os colegas ao palco. 

Outro retorno anunciado - e mais que celebrado - foi o da trilogia Harry Potter. Após 30 de Julho deste ano (data de estreia da peça de mesmo nome), 'Harry Potter and the Cursed Child' será lançado, trazendo consigo uma história que se passa 19 anos após os acontecimentos do último livro.
Capa provisória do livro com o roteiro da peça de teatro que seria a 8ª história de Harry Potter (Foto: Reproção/Pottermore.com)
Já que comecei esse poste num clima nostálgico, vou logo mencionar a volta de Full(er) House, que estreou na Netflix com o elenco original quase intacto (faltaram apenas as irmãs Olsen).
E falar em estreia na Netflix, não se pode esquecer da segunda temporada de Better Call Saul, spin off de Breaking Bad.

Outra série que liberou trailer em fevereiro (mas só retoma as atividades dia 24 de abril) é a toda poderosa Game of Thrones.

Já entre os lançamentos cinematográficos, está o filme do Deadpool. O filme foi bem recepcionado (8,5 no IMDB), porém há queixas de que, a despeito da limitação etária, os cinemas estão permitindo a entrada de crianças. 
Seguindo no assunto cinema, vamos falar de Oscar. Teve 'Spotlight' se revelando a zebra da noite, 'Amy' vecendo como melhor documentário, e animação brasileira ('O menino e o mundo') perdendo para 'Divertida mente'. Ainda assim, o ápice da festa foi  Leonardo DiCaprio finalmente sendo premiado como melhor ator (só para depois esquecer a estatueta em um restaurante). Mas não precisa ficar aborrecido com a morte do meme do Leo! A Gloria Pires, com seus comentários lacônicos, acabou preenchendo o vazio nos corações zueiros da internet, que também pegou no pé da Lady Gaga (ela teria pegado o azar do Leonardo ao esbarrar nele em outra oportunidade). 
Contudo, nem tudo é zika para menina Gaga. Além de ser nomeada ao Oscar, ela ainda fez tributo ao Bowie no Grammy e cantou o hino nacional no Superbowl. 
E agora você me pergunta: e o Superbowl? Bem, não faço ideia de qual foi o resultado, mas sei que teve batalha de dança (Beyoncé VS Bruno Mars) e Coldplay se apresentando num palco colorido.

O Coldplay também se apresentou no Brit Awards, que teve como grande vencedora a Adele (ela voltou para casa com quatro estatuetas). A cantora se apresentou em duas cerimônias importantes em fevereiro: Brit Awards e Grammy (ocasião em que um problema técnico a levou a desafinar).
O Grammy, por sua vez, teve como grande vencedora a Taylor Swift (surpresa!). A premiação recebeu várias críticas, começando pelas homenagens estranhas (a homenagem ao Lemmy pareceu mais jabá que outra coisa), passando pela ausência da Rihanna (que deu as caras no Brit Awards), e acabando com o encerramento (!) feito pelo Pitbull. 
Pitbull se apresenta no Grammy
Ainda no mundo da música, tivemos os seguintes acontecimentos:
  • Teve o retorno dos Rolling Stones ao Brasil.
  • A Cantora Kesha enfrentou Dr. Luke numa disputa judicial pela dissolução do contrato com a Sony, bem como pelo reconhecimento de abuso sexual e psicológico cometido por Luke (produtor de Kesha). 
  • Philip Anselmo, vocalista da banda Down, fez gesto nazista (no mesmo mês em que Hitler teve o tamanho de seu pênis questionado por pesquisadores) no palco. Inicialmente ele disse que o gesto fora referência a uma piada interna a respeito de vinhos (white power → vinho branco), porém posteriormente ele acabou pedindo desculpas. O episódio fez a banda ser removida do line up de um festival.

No mundo dos esportes, tivemos o início da Libertadores.
Por fim, encerro este post desejando que o escritor Umberto Eco e os membros da banda Viola Beach descansem em paz.
 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

GRAMMY AWARDS




Ontem (08/02) aconteceu a Cerimônia do Grammy. Ela foi transmitida pela TNT, que contratou uma narradora eufórica pra fazer a tradução. A moça estava ali prestes a vir a óbito, mais desconfortável que a Sia cantando em público. 
Pra quem não sabe, a Sia é aquela loira platinada que tem medo de chamar atenção. Com o objetivo de amenizar seu problema, ela adota métodos alternativos, tais como matar uma ovelha e usá-la como chapéu... Porque obviamente isso vai ajudar ela a passar em branco na premiação. 
Também fomos agraciados com a presença de Nicki Minaj. Embora seu visual tenha despertado a curiosidade dos comentaristas de plantão, há de se convir que ela estava bem normal (se considerarmos seus padrões). Vai ver foi isso que causou tanta estranheza. Isso e o fato de ela parecer a "coroa" da moeda de um real. 
Outro destaque do tapete vermelho foi a Rihanna que, desejando atrair todo mundo para perto de si, resolveu usar um vestido dotado de campo gravitacional próprio. Enquanto isso, sua amante fazia cosplay de Leonardo DiCaprio e perdia o Grammy pela sabe-se-lá-qual vez. Miley foi consolar Katy acariciando seu seio, porque Miley socializa de maneiras curiosas e misteriosas (não tente entender). Quem não curtiu isso foi o John MazzzzZZZzzz.  
Por fim, o Grammy foi marcado por twitteiros, que, estupefatos, comentaram a porra toda tudo. Como se as roupas e cabelos bizarros, as parcerias “inusitadas” e as escolhas contraditórias dos críticos fossem novidade. Convenhamos, meus caros: isso acontece todo ano. Só mudam as figurinhas (às vezes). 
Aliás, os críticos fazendo escolhas inesperadas é a coisa mais esperada do ano, não só no Grammy como em todas as premiações de grande prestígio. Não deixa de ser uma maneira nada sutil de dizer “Calem boca, bilhões de pessoas. Eu sei o que é bom e vocês não”. 
Prefiro me abster de comentários acerca dos vencedores, com exceção do Pharell, que foi premiado pela música ‘Happy’. Na cyberland estavam todos emputecidos porque ninguém mais aguenta ouvir a bendita (música). A verdade, no entanto, é que estamos na era do entretenimento relâmpago. Nós recebemos uma enxurrada de músicas novas a todo instante. Isso faz com que percamos o interesse mais depressa, não só pelas músicas, mas pelos meios de entretenimento em geral. Claro que também tem o fato de que os artistas pop, pra sobreviver a esse cenário de mudanças frenéticas, ficam se reinventando. Resultado: todo mundo enjoativo e sem identidade, com exceção dos "dinossauros", aqueles artistas que já eram respeitados antes de a nossa tolerância para repetições ser drasticamente encolhida.