Mostrando postagens com marcador análise. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador análise. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

PARE DE RECLAMAR E CONCENTRE-SE NAS COISAS BOAS

A queixa deve acontecer raramente; críticas e fofocas nunca. A maior parte das reclamações que fazemos é apenas “poluição sonora”, prejudicial à nossa felicidade e bem-estar.


As quatro etapas para se chegar à competência são:

1. Incompetência Inconsciente:Não percebe quanto reclama. Muita gente parece viver à procura de motivos para se queixar. Se você reclamar, vai ter sempre mais do que reclamar. Reclamar significa exprimir pesar, dor ou descontentamento. Mas o fato é que, para a maioria das pessoas, reclamações não provêm de experiências tão profundamente dolorosas. Percebemos quando os outros reclamam, mas não notamos quanto nós nos queixamos. O psicólogo Robin Kowalski escreveu que muitas reclamações “envolvem uma tentativa de se despertar determinadas reações dos outros, como simpatia e aprovação". Você provavelmente já ouviu falar em doença psicossomática, causada por processos mentais do paciente, e não por causas fisiológicas. Dois terços das doenças se originam na mente. Ao reclamar de sua saúde, você está fazendo declarações negativas, que seu corpo escuta e registra. 

2. Incompetência Consciente: você está perturbadoramente alerta (consciente) da freqüência de suas reclamações (incompetência).  Você se encontra num ninho de reclamações? Vive cercado por pessoas ranzinzas? Então, é melhor prestar atenção. Tendemos a andar com pessoas que são parecidas conosco e a fugir daqueles que são diferentes. Um dos principais motivos que temos para fazer fofoca ou reclamar é parecer que somos melhores na comparação. Reclamar é se gabar. E ninguém gosta de alguém que fica se gabando. As características das pessoas à sua volta que o perturbam são justamente aquelas que você compartilha, mas de que não tem consciência. Sociólogos e psicólogos têm teorias que explicam que também reclamamos para parecer mais críticos. É uma maneira de dizer que seu padrão é realmente elevado. Uma pessoa insegura, que duvida de seu valor e questiona sua própria importância, vai se gabar e reclamar.

3. Competência Consciente:Você começa a ter consciência de tudo o que está dizendo. Se não tiver nada a dizer, permaneça em silêncio. Falar demais transmite a mensagem de que você não se sente confortável consigo mesmo. O silêncio permite que você reflita e escolha cuidadosamente suas palavras. É mais fácil conseguir o que você deseja expressando a sua vontade, em vez de reclamar da maneira como as coisas são.Alguns acreditam que criticar é uma forma eficiente de mudar o comportamento dos outros. Entretanto, costuma surtir o efeito contrário. Ninguém gosta de ser censurado. críticas. O elogio inspira a pessoa a se superar, como forma de obter mais elogios..

4. Competência Inconsciente: você deixará para trás o que não é mais necessário e perceberá que sua mente não produz mais o dilúvio de pensamentos infelizes com os quais você convivia. Se sente desconfortável quando alguém começa a se queixar ao seu lado. Você se sentirá grato por pequenas coisas – até por aquelas nas quais nem prestava atenção. Você perceberá que sentirá menos medo e menos raiva. Raiva é o medo dirigido para fora. E, por não ser mais uma pessoa que vive com medo, você atrairá menos pessoas raivosas e medrosas para a sua vida. Há momentos em que cada um de nós precisa parar e analisar o que está acontecendo em nossa vida para poder lidar melhor com uma determinada situação. Analisar não é a mesma coisa que reclamar. Analisar é compartilhar seus sentimentos sobre algo que aconteceu.


domingo, 3 de maio de 2015

ENCALHEI NO MEU IDIOMA - #Paragrafão

De acordo com a wikipédia, pensamentos são "reações representativas causadas por estímulos de reações químicas internas ou fatores ambientais externos". Ok, mas que meio devemos utilizar para transformar essas abstratas reações representativas em algo definido e compreensível? A linguagem (corporal, verbal, simbólica, escrita, e até a vozinha que fica narrando os acontecimentos dentro da nossa cabeça), claro! Mas será que a linguagem é realmente uma ferramenta efetiva? Quantas reações representativas foram ignoradas simplesmente porque não puderam ser traduzidas em palavras? Quantas vezes modelamos as nossas reações representativas para que elas coubessem numa explicação verbal? E quantas vezes essas reações representativas, já previamente modeladas ao serem cuspidas para o mundo exterior, foram remodeladas quando escutadas e (talvez equivocadamente) interpretadas pelo receptor da cuspidela?  E será que verbalizar precariamente estas reações representativas não é mentir para nós mesmos quanto à amplitude delas? Será que a linguagem não é uma ferramenta fadada a tornar as coisas simplistas? É como se estivéssemos destinados a permanecer enclausurados em nossas próprias cabeças! A nossa lógica de pensamentos está intimamente ligada/limitada pelo idioma que falamos. Tudo bem que, segundo o compêndio Ethnologue, existem 6.912 idiomas em todo o mundo (além da possibilidade de centenas de outros idiomas não catalogados) e que cada um deles tem milhares de palavras que, por vezes, sequer podem ser traduzidas para outros idiomas. Contudo, a maioria gritante das pessoas só sabe falar uma ou duas línguas. Por isso, quando for abrir a boca para comentar as esquisitices de outro povo, ou quando for se gabar de sua notável inteligência, lembre-se: você e eu somos só criaturinhas medíocres encalhadas no(s) próprio(s) idioma(s).